Livro “Once More With Feeling”, 1997.

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Até hoje eu não tenho ideia do que eu fiz que foi tão terrível, mas era o fim da turnê para mim. Não fui chamada de novo quando a turnê Bad passou por várias cidades. Sheryl Crow tomou o meu lugar.
Fui para casa e chorei, foi incrivelmente difícil, tanto sobre a oportunidade perdida e por perder Michael. Sua mãe, Katherine, também ficou intrigada com o que aconteceu. Mais tarde, ela me convidou várias vezes para o composto Jackson em Encino e conversamos longamente. Ela me disse que quando nós estávamos gravando o vídeo, Michael perguntou a ela o que deveria fazer comigo. Ele havia dito a ela o quanto ele gostava de mim e o que ele havia sentindo por mim. Ela disse a ele para se expressar, para me contar sobre seus sentimentos.
Ele nunca me disse nada do tipo, apesar de vários outros em seu campo – os guarda-costas, secretárias e escritores – terem me dito. A única explicação que eu poderia imaginar era que os gestores de topo de Michael devem ter me visto como uma ameaça. A turnê Bad foi uma das promoções de maior sucesso de sua carreira, e as pessoas que trabalhavam para ele não queriam nada para estragar tudo, especialmente um relacionamento com uma garota que mal conheciam.
Talvez tenham pensado em mim como alguém como uma fã enlouquecida, imaginava-se amante de um superstar. Michael tinha feito um vídeo da música “Dirty Diana” com um enredo semelhante. Para mim, entretanto, os sentimentos entre nós sempre pareceu muito comum. Eu senti uma ligação com ele. Talvez porque ele também parecia querer pensar no mundo como daltônicos.
Talvez, no entanto, eu fosse ingênua ou equivocada ou lia muito sobre algumas das coisas que aconteceram entre Michael e eu. Mesmo assim, eu sempre me comportei de maneira totalmente profissional. Infelizmente, sendo demitida da turnê que teve repercussões terríveis para mim, tanto psicologicamente e profissionalmente. Espero que eu seja capaz de deixar a experiência para trás um dia e vá em frente, mas há anos que isso tem me assombrado. Certamente como o show business, dinheiro e cobiça podem separar duas pessoas que se importam com o outro.
Encino, 1989.
Minha carreira: 
Depois de deixar a turnê de Michael Jackson, Joseph Jackson, pai de Michael, queria contratar-me para uma gestão de contrato. Como a mãe de Michael, ele também simpatizou comigo e não gostou do que tinha acontecido comigo na turnê. Quando ele me propôs em ser meu empresário, eu esperava que ele pudesse realmente ser capaz de me ajudar. Eu nunca tinha tido problemas para obter contratos com agentes ou gerentes, mas encontrar alguém que pudesse realmente construir minha carreira parecia ser o verdadeiro desafio. Eu sabia que Joseph era bastante mulherengo, mas ele nunca tentou ter esse seu jeito comigo. No momento que nos conhecemos ele tinha uma menina asiática sob contrato, a quem pagava muito bem -, Infelizmente, mais do que ele acabou pagando para mim profissionalmente. –
Depois de um tempo percebi que Joseph não ia ser capaz de ajudar-me. Na verdade, eu suspeitava que estar sob contrato com ele, provavelmente machucava minha carreira. Tudo que eu queria era sair de debaixo do seu controle, mas todos a quem eu mostrei o contrato, incluindo agentes e advogados, me disseram que eu estava trancada. Eles disseram que eu precisava de um advogado de alta potência com conexões, mas eu não tinha nem o dinheiro nem o poder para obter um.
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St Petersburg Times, 5 de março de 1988

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A celebridade de Clearwater, Tatiana Thumbtzen está tendo uma grande semana. A jovem, que é destaque no vídeo Michael Jackson, The Way You Make Me Feel, foi entrevistada no programa de TV PM Magazine na noite de terça. O segmento inclui fotos dela se apresentando com Michael no Kansas City como o início de sua turnê nacional.

Ela também apareceu com Michael por um só momento fugaz quando ele se apresentou no Grammy Awards show na quarta-feira. E ela está aparecendo com ele neste fim de semana em suas performances de turismo no Madison Square Garden.

Tatiana, filha de O’Cain e Evelyn Thumbtzen, não sabe se ela vai acompanhar Michael em toda a turnê. “Michael adora surpresas”, disse ela em uma entrevista de seu quarto de hotel de Nova York, e ela não sabe quais são os planos que ele tem para ela. Seu convite para ela aparecer com ele em Kansas City Nova York foi uma decisão de última hora.

Quanto a surpresas: “É como o Natal”, disse ela. “Eu estou tendo o tempo da minha vida.”

Tatiana, que a maioria das pessoas locais ainda conhecem como Stephanie, disse que os fãs estão começando a reconhecê-la, tirar fotos dela e pedir autógrafos.

Ela disse que recentemente completou um filme, The Perfect Model, no qual ela tem uma parte que fala do cameo. “Não é apenas um suporte, mas falar também.” Ela também foi chamada por uma das redes de cabo de música sobre ser um anfitrião convidado.

Como ela disse ao entrevistador da PM Magazine, “Eu estou tão feliz!”

Um pouco sobre Tatiana Yvonne Thumbtzen.

                                                           

Clearwater, Flórida e Nova York – Sonhos e Oportunidades: 

Meu pai, O’Cain Thumbtzen, era um diretor de escola primária. Minha mãe, Evelyn, era uma professora de arte. Os Thumbtzens eram realmente meus pais adotivos, mas são e sempre serão minha verdadeira família. Meus pais adotivos é uma mistura de irlandês e indo-americano do lado do meu pai e do lado da minha mãe.

Minha própria raça é uma combinação de Afro-Americano do lado de minha mãe biológica e anglo-cubano do lado do meu pai biológico.

Eu cresci em Clearwater, Flórida, na Costa do Golfo, em uma comunidade de classe média negra. Nós vivemos de uma forma muito agradável, em uma casa de estilo espanhol de dois andares, com uma piscina.
Meu fundo birracial nunca foi um dilema para mim, porque eu morava em uma casa amorosa. No mundo lá fora, no entanto, as coisas eram difíceis. Na escola, muitas vezes eu me senti como uma estranha. Eu não me encaixava em meio a um monte de outras crianças e fui muitas vezes insultada por outros negros, em especial por causa da minha aparência. Certa vez, uma menina negra que era muito maior do que eu me empurrou e disse: “Você não é negra, você não é branca. De que cor você é?” “Eu sou a cor que você vê que eu sou”, eu respondi, quando olhei em seu rosto ameaçador, com medo do que estava por vir. Ela odiou a minha resposta. Ela me empurrou contra a parede e puxou meu cabelo, gritando para mim: “Não é uma espertinha!” Minha família me deu uma maravilhosa sensação de segurança. Foi com eles que eu aprendi os valores morais e um senso de certo e errado, que iria me ajudar imensamente mais tarde na selva de Hollywood. Eu tenho dois irmãos mais velhos e uma irmã. Eles já estão fora de casa e por conta própria, quando eu vim junto. Sendo um bebê, eu era um pouco mimada pelos meus pais protetores.
A televisão trouxe o mundo do show business pra nossa casa. Fiquei encantada com o canto e a dança nos shows de variedades e em filmes antigos. Eu adorava assistir Fred Astaire e Ginger Rogers, Gene Kelly, e também, especialmente em Singing in the Rain. Shirley MacLaine foi mais uma das minhas favoritas absolutas. Quando eu cresci, eu queria ser uma bailarina como estes artistas maravilhosos. Lembro-me amar o Jackson 5, e em particular um pouco a, Michael, quando eu vi eles em The Ed Sullivan Show. Mal sabia eu então que um dia iria conhecer os Jacksons e que, teriam um impacto tremendo em minha vida.

"The Way He Made Me Feel"

Conheça um pouco mais sobre a história de Tatiana Yvonne e Michael Jackson.

*OBS: Se forem repassar quaisquer postagens deste blog, favor colocarem os devidos créditos!*
 Em 1987, assinei um contrato em uma nova agência, bem famosa na época. Julie, minha agente, mandou-me a uma seleção para um vídeo de Michael Jackson, “The way you make me feel”. No entanto, não haviam me falado para que fosse essa seleção. Mas descobri isso mais tarde com as duzentas esperançosas atrizes que iriam ser testadas. Quando me chamaram, falaram que era pra eu caminhar e mostrar um pouco de charme. A cena se passava em uma, área perigosa. Um monte de caras começou abusar do personagem que eu teria que interpretar, falando coisas como: “E aí gatinha como você vai?!”. Conhecidentemente, a mesma coisa tinha acontecido comigo no caminho para o estúdio. Alguns caras tinham me cantado na rua, e posso dizer que estava preparada. Eu corria pelo cenário algumas vezes, meu teste foi filmado. Dias mais tarde, fui outra vez ensaiar, com um vestido bem curto. Foi quando finalmente fiquei sabendo que o vídeo ia ser com Michael Jackson. Fui levada a uma sala pelo coreógrafo do vídeo, Vince Patterson, Michael estava lá, mas eu estava muito tímida para sequer olhar pra ele. Patterson me falou para fazer alguns movimentos, os quais eu fiz com perfeição. Felizmente dei uma olhada para Michael. Ele estava sentado com uma camisa vermelha, chacoalhando-se com a musica com um lindo sorriso no rosto. Eu o vi virar-se para uma para uma pessoa perto dele e falar algo. Mais tarde descobri com David Banks, uma das pessoas que escreveu o “Script”, que Michael havia dito: “Essa é a garota, o resto são extras”. Nunca vou me esquecer quando minha agente me ligou pra avisar que o papel era meu. Eu gritei tanto que toda Hollywood deve ter me ouvido. Era algo tão grande pra mim. Senti que minha carreira finalmente ia decolar. A gravação durou cinco dias e o ultimo foi só dedicado para fazerem cenas em close de mim. Já no segundo dia o gelo entre eu e Michael havia sido quebrado. Aconteceu no meio de uma cena em que ele me perseguia, eu teria que correr em direção a um carro quebrado no meio da rua. Meu vestido estava tão apertado que eu tive que me virar para sair do carro. Durante uma tomada, quando fui me virar, minha bota de salto alto ficou enroscada, e eu não conseguia sair. Michael colocou sua mão em minha barriga na perna e então na minha coxa para me puxar. Eu fiquei um pouco excitada com a situação, e perdi o controle da situação. Caí do carro e acabei caindo de bunda no chão. Rolamos de dar risadas quando ele tentou limpá-la. Então olhamos um nos olhos do outro. Depois disso uma amigável e quente conexão começou a acontecer entre nós dois… Enquanto esperávamos no set, nos dias após aquela cena, Michael começou a me fazer perguntas sobre a minha vida. Por algumas vezes ele ficava me cantando, me falava que eu andava de um jeito incrível. Eu falava: “Bem, eu caminho normalmente”. Ele olhou para mim e riu: “Não, você anda de um jeito muito sexy”. Não muito tempo depois da produção do vídeo ter terminado, o dublê de Michael, Craig, havia se tornado meu amigo, me ligou e disse: “É… Michael fala de você toda hora. Ele me perguntou como você está e disse pra mim te falar ‘Oi’. Eu acho que ele realmente gosta de você. Ele fala do jeito que você é bonita, do jeito doce que você é”. Craig me sugeriu que eu fosse visitar o set de outro vídeo que Michael estava fazendo. Achei que fosse uma grande ideia, então Craig pediu permissão a Michael, e alguns dias mais tarde fui convidada para ir ao set. foi muito legal estar lá e ver Michael novamente. Ele me mostrou todo o set, e então assisti a gravação e fui comer algo com ele e o empresário dele no trailer. No fim do dia, percebi que não tinha nenhuma carona para voltar pra casa. Tinha acabado de me mudar para Nova York e ainda não dirigia. O táxi ao estúdio tinha custado mais do que eu esperava, e não tinha dinheiro suficiente para voltar pra casa. Craig me falou para pedir uma carona a Michael.
Estava muito tímida para ir falar com ele diretamente, e expliquei minha situação a Miko Brando, filho de Marlon Brando e o braço direito de Michael. Perguntei a ele se ele poderia me emprestar uma grana ou me dar uma carona. Miko falou que ia ver com Michael, mas achou que não tivesse nenhum problema em me dar uma carona na limusine. Minutos mais tarde, eu estava no caminho de volta pra casa, sentada ao lado de Michael na Mercedes dele, com Miko na direção. No começo Michael parecia nervoso, como uma criança. Conversamos bastante, basicamente sobre nossas famílias. Chegamos a um ponto de darmos as mãos. Quando cheguei em casa, agradeci a ele e disse que esperava vê-lo de novo. E ele falou: “Ah, você vai ver, sim”. Pouco tempo depois, fui contratada para trabalhar com Michael na Bad Tour, para fazer a parte do vídeo ao vivo em Kansas City e em Nova York. Se funcionasse, haveria mais performances em outras cidades durante a turnê. Naturalmente, eu estava fascinada por trabalhar com o Michael outra vez. Fizemos os shows em Kansas City e daí chegamos a Nova York, onde teríamos três dias no Madison Square Garden. Eu tinha uma idéia para o fim da performance, que eu achava que iria melhorá-la. Depois da quente e intensiva perseguição de Michael, tudo o que ele fazia no final era me dar um abraço. Era como se não fosse o bastante, deixando a platéia desapontada. As pessoas vinham pra mim e falavam: “Se Michael está tão apaixonada pela garota, por que ele apenas dá um abraço nela no final?”. Eu queria discutir o problema com o Michael e perguntar a ele se estaria tudo bem se desse um beijo nele, em vez de apenas abraçá-lo. Mas era tudo tão corrido que eu não conseguia ver ou falar com ele exceto quando estávamos no palco. Então, na segunda noite de show, no fim do abraço, eu me ergui e dei um pequeno beijo nas bochechas dele. A platéia ficou maluca, Michael ficou surpreso, e sorriu. Depois de tudo, nada mais foi dito pelos seus ajudantes a não ser o rotineiro “Ótimo show!”. O próximo dia era o último marcado para eu fazer a performance, e eu liguei para a secretária do Michael e perguntei se poderia falar com ele. Ela me deu o número dele, mas falou para eu não ficar muito tempo no telefone porque ele estava muito cansado. Eu liguei pra ele e agradeci pela oportunidade de trabalhar com ele. Eu também falei que esperava que meu pequeno beijo não o tivesse deixado zangado. Michael me assegurou que tudo estava certo. “Posso ir um pouco mais longe, hoje à noite?”, perguntei a ele. “Sim, claro, seria demais”, ele falou. Eu o agradeci novamente e desliguei. Eu estava bastante nervosa na noite final, na hora que entrei no palco. Eu ficava me perguntando se deveria ou não realmente beijá-lo. Eu sabia que a platéia iria amar aquilo. Mas eu também estava sob a impressão, tanto pelo tempo que passei com o Michael e também pelas pessoas que trabalhavam com ele na produção, de que ele estava apaixonado por mim. Eu percebia pelos nossos olhares, nossos gestos, nossos abraços, pelas doces pequenas coisas que ele dizia ou fazia. Quando chegamos ao fim do número, eu fiquei parada em frente dele. Minhas mãos estavam em seu pescoço e eu olhava diretamente nos olhos dele. Ele tinha aquele olhar bem sexy no rosto. Ele mordeu os lábios. Eu me empurrei em direção a ele e ele colocou as duas mãos na minha cintura. Nós nos abraçamos, e então nos beijamos na boca. A platéia foi à loucura. Eu me retirei do palco e Michael seguiu cantando e rindo, com muito mais vida na sua voz, como eu jamais havia ouvido. Quando fui para os bastidores, todos os dançarinos me cumprimentaram, falando como o show tinha sido ótimo e de como Michael parecia estar feliz. Eu amei a maravilhosa repercussão que o show teve. Para mim foi muito mais que uma performance. Eu realmente gostava dele, e sabia que ele gostava de mim, também. Eu sentia que havia algo entre a gente.
Quando voltamos ao hotel, John Draper, ou “Tour Manager”, veio comigo e me acompanhou pra pagar a conta do hotel. Enquanto estávamos na recepção, Miko Brando saiu do nada e começou a gritar do fundo da garganta dele: “Como você se atreve a fazer aquilo com o Michael?”, ele gritou. “Sua vadia, sua p… desgraçada o que você fez? Como você se aproveita dele daquele jeito em frente a todas aquelas pessoas?”. Ele continuou falando obviamente, sem ter idéia de que eu e Michael havíamos combinado tudo previamente. Foi tão sem noção. O empresário de Michael, Frank Dielo, passou por ali. Depois de todo show, ele vinha me dá um tapinha no ombro, me chamando pra falar como o show tinha sido bom. Naquela noite, ele não me falou nada, e no lugar deu um olhar mais sombrio que eu jamais havia visto. Até hoje não tenho idéia do por que daquilo tudo que fiz ter sido tão terrível, mas aquele foi um fim da turnê pra mim. Eu não fui chamada quando a Bad Tour seguiu para as outras cidades. A Sheryl Crow [que fazia back vocal] tomou o meu lugar. Eu fui embora e chorei muito – por perder a oportunidade e por perder Michael. Sua Mãe, Katherine, também não entendia o que tinha acontecido. Ela, mais tarde me convidou para ir à casa dos Jacksons em Encino, e conversamos muito. Ela me contou que quando estávamos gravando o vídeo, Michael havia perguntado a ela o que ele deveria fazer comigo. Ela havia contado tanto que gostava de mim e que ele estava se apaixonando por mim. Ela falou pra ele se expressar, pra falar mais dos sentimentos dele. Ele nunca me falou nada parecido, apesar de que outras pessoas que o rodeavam – guarda-costas, secretarias, produtores terem me falado. A única explicação que eu posso imaginar é que os empresários de Michael podem ter me visto como uma ameaça. A Bad Tour foi uma das mais promoções que mais fizeram sucesso na carreira dele, e as pessoas que trabalhavam com ele não queriam estragar tudo – especialmente através de uma relação com uma garota que eles mal conheciam. Talvez, eles imaginaram que eu fosse uma fã louca, que se imaginava sendo amante de um superstar. Michael havia feito o vídeo de “Dirty Diana”, com uma estória similar. Pra mim, no entanto, os sentimentos sempre tinham sido mútuos. Eu me sentia muito bem com ele. Talvez, também, eu tenha sido inocente, ou ter me enganado muito com as coisas que aconteceram entre eu e Michael. Mesmo que isso tenha acontecido, eu sempre me comportei de uma maneira totalmente profissional. Infelizmente, ter sido despedida da turnê teve horríveis repercussões para mim, tanto psicológica como profissionalmente. Espero um dia poder deixar essa experiência para trás e continuar, mas por anos ela tem me perseguido. Certamente ela ilustra como o “Show Business”, dinheiro e cobiça pode separar duas pessoas que se gostam muito.